Uma propriedade pode ter mais de um caminho.
Prédios comerciais, fábricas, galpões, complexos empresariais e áreas nem sempre precisam simplesmente ser colocados à venda ou para locação. Dependendo do imóvel, existem alternativas para gerar renda, encontrar uma nova ocupação, reposicionar, transformar ou desenvolver a propriedade.
Você pode ter um bom imóvel e, ainda assim, não ter uma resposta clara sobre o que fazer com ele.
Vender agora ou manter? Procurar um locatário? Reformar antes? Dividir a propriedade? Encontrar uma nova utilização? Buscar uma empresa que ocupe toda a área? Desenvolver um novo projeto?
São decisões diferentes e cada uma pode alterar significativamente a liquidez, a renda e o valor econômico de uma propriedade.
Situações que encontramos com frequência
O imóvel está vazio há muito tempo.
A propriedade continua gerando IPTU, manutenção, segurança e outros custos, mas não produz renda e as tentativas de locação não avançam.
A antiga fábrica perdeu sua função.
A operação terminou ou mudou de endereço, deixando uma planta industrial construída para uma atividade que já não existe ali. O desafio passa a ser encontrar um novo uso para o ativo.
O prédio é grande para a demanda atual.
Imóveis inteiros podem ter dificuldade de encontrar um único ocupante. Dependendo da configuração, pode existir espaço para reocupação, adaptação ou nova estratégia comercial.
Há uma área valiosa, mas sem renda.
O terreno pode estar bem localizado e permanecer anos sem uso definido. Venda é uma alternativa, mas não necessariamente a única.
O imóvel está no mercado e nada acontece.
Meses ou anos de anúncios, placas, corretores e apresentações podem indicar que o problema não é apenas encontrar mais interessados, mas rever produto, preço, uso ou estratégia.
Existe patrimônio, mas não uma estratégia.
Famílias, holdings e empresas podem acumular propriedades ao longo de décadas sem uma definição atual sobre renda, venda, ocupação, investimento ou desenvolvimento.
A pergunta nem sempre é “por quanto consigo vender?”
Em determinados ativos, a pergunta mais importante é: qual utilização, ocupação ou transformação pode fazer esta propriedade voltar a produzir valor?
O que pode ser feito com uma propriedade
Buscar comprador final, empresa, investidor ou desenvolvedor para aquisição da propriedade.
Identificar empresas com demanda compatível com localização, área, infraestrutura e características do imóvel.
Encontrar uma nova utilização para fábricas, prédios, instalações empresariais ou propriedades que perderam sua ocupação original.
Alterar a maneira como o imóvel é apresentado ou utilizado quando sua configuração atual já não encontra aderência suficiente.
Avaliar adaptações físicas e funcionais que permitam uma nova utilização da construção existente.
Em determinados imóveis, estudar divisão, módulos, novos acessos, áreas independentes ou outras configurações que ampliem as possibilidades de ocupação.
Estruturar uma implantação ou adaptação sob medida para uma empresa ocupante mediante contrato de longo prazo.
Para empresas que desejam transformar patrimônio imobiliário em capital e permanecer utilizando a propriedade como locatárias.
Avaliar se uma área ou propriedade pode receber um novo empreendimento em vez de ser negociada apenas em sua configuração atual.
Dependendo do ativo, proprietário, capital, ocupante, desenvolvimento e engenharia podem participar de uma mesma solução imobiliária.
Imóveis que podem exigir uma nova leitura
Fábricas desativadas
Instalações industriais que perderam a utilização original e precisam encontrar nova ocupação ou destino.
Prédios inteiros
Antigas sedes, edifícios empresariais e propriedades com vacância relevante ou necessidade de reposicionamento.
Galpões antigos
Imóveis industriais ou logísticos cuja estrutura pode precisar de adaptação para atender novas operações.
Grandes áreas
Terrenos cujo potencial pode estar ligado à implantação industrial, logística, empresarial ou desenvolvimento.
Complexos empresariais
Conjuntos de prédios, galpões e terrenos que podem permitir diferentes ocupações dentro da mesma propriedade.
Imóveis subutilizados
Propriedades com área, localização ou estrutura superior ao aproveitamento econômico que possuem atualmente.
Vender não é necessariamente a primeira decisão.
Um proprietário pode descobrir que existe demanda para locação, que uma adaptação aumenta a possibilidade de ocupação, que a área admite desenvolvimento ou que outro uso cria uma perspectiva econômica diferente. Em outros casos, a venda realmente será a solução mais racional. O importante é comparar os caminhos antes de escolher um deles.
E quando o imóvel não vende ou não aluga?
A resposta nem sempre é simplesmente reduzir o preço ou aumentar a quantidade de anúncios.
Pode existir incompatibilidade entre o imóvel e o público que está sendo procurado, necessidade de adequação, dificuldade de acesso, configuração inadequada, uso possível diferente do atual ou uma oportunidade de transformação que ainda não foi considerada.
Em propriedades de maior porte, entender por que o mercado não respondeu pode ser tão importante quanto continuar oferecendo o imóvel.
Como começamos
Localização, dimensão, construção, utilização atual, histórico e objetivo do proprietário.
Venda, locação, ocupação, adaptação, retrofit, reposicionamento ou desenvolvimento.
Que tipo de empresa, comprador, investidor, operador ou projeto pode fazer sentido para aquele imóvel.
Comercialização, prospecção, visitas, propostas e desenvolvimento das alternativas selecionadas.
Quando a natureza da operação exige reserva, a propriedade pode ser trabalhada de forma dirigida, preservando informações sobre o ativo e o proprietário durante a prospecção.